Festival Vale Curtas premia melhores filmes em festa no Rio São Francisco |
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Uma concorrida festa numa barca em pleno Rio São Francisco marcou no último sábado (14), a entrega dos prêmios para o melhores curtas metragens da 5ª edição do Vale Curtas - Festival Nacional de Curtas Metragens do Vale do São Francisco. Dos 183 curtas inscritos nas mostras competitivas, Nacional e Regional, 13 filmes receberam o trofeu Cari, uma bonita criação do artista plástico juazeirense, Coelhão em homenagem a um dos peixes mais apreciados da região. O primeiro lugar geral da mostra Nacional ficou com o filme, Céu, Inferno e Outras Partes do Corpo, do cineasta gaúcho Rodrigo John. Em segundo, o juri formado por jornalistas, produtores, diretores de elenco e cineastas de renome nacional, a exemplo de Rutilio de Oliveira, Clara Angélica e Carla Francine escolheu o Céu no Andar de Baixo de Leonardo Cata Preta Souza, de Minas Gerais. O terceiro lugar geral foi para a cineasta paulista Joana Mariani com o curta, O Cavalo. A mostra Nacional premiou ainda, o melhor documentário (A Passagem, de Marc Dourdin de São Paulo); melhor ficção (Sonhando Passarinhos, de Bruna Carolli do Distrito Federal); melhor animação (Céu, Inferno e Outras Partes do Corpo, de Rodrigo Jonh-RS) e melhor experimental ( Eu Zumbi Coisas de Bar ou Passa a Régua e Traz a Conta, de Alexandre S. Buck do Espírito Santo). A coordenação do Vale Curtas premiou também como Menção Honrosa o filme, Engole logo Uma Jaca Então, de Marcelo Marão, Tiago Mal, Guilherme Coutinho, Alex Antunes, Bento Rodrigues, Diego Axel e Andrei Duarte e como Prêmio Especial de Incentivo ao 1º Filme o curta, O Último Jokenpo do paulista Chirs Tex. O juri popular escolheu o filme, O Filho do Vizinho, de Alex Vidigal, do Distrito Federal. O primeiro lugar da Mostra Competitiva Regional foi para o curta, A Barca, do petrolinense Leonardo Silva. Serrote do Urubu, do também petrolinense Maurício Fidalgo ficou com a segunda colocação e no terceiro lugar o juri escolheu, Fundo de Pasto – um jeito de viver no sertão, de Cida Nunes (Sobradinho-BA). O Juri Popular decidiu pelo filme A Casa Caiu, dos petrolinenses Kleyton Nunes e Leo Fonseca. Segundo o coordenador do Vale Curtas, Chico Egídio a quinta edição do festival superou todas as expectativas. “Em primeiro lugar, a ótima qualidade dos filmes selecionados e depois, a escolha do circo na Orla para a exibição dos filmes foi extremamente feliz. Tivemos uma média de 400 pessoas por noite, e o que é melhor, um público bastante diversificado e que se renovava a cada exibição. A oficina Atuação para Audiovisual foi planejada para 15 pessoas, atendeu 22. A mostra nos bairros de Petrolina e no Centro de Cultura João Gilberto oportunizou a participação de outros públicos e os bate-papos na Univasf atrairam outras vertentes artísticas e pudemos fazer um balanço dos festivais de cinema em Pernambuco e Bahia. Na próxima edição, vamos manter o que deu certo, corrigir os erros e ampliar as possibilidades”, adiantou Chico Egídio. Além do troféu Cari, os vencedores vão receber uma premiação de R$ 15 mil custeada, via incentivo, pelo 4ª Edital de Fomento ao Audivisual de Pernambuco, FUNDARPE/Sec. de Cultura de Pernambuco. No próximo mês de março (01 e 02), os municípios pernambucanos de Trindade e Lagoa Grande conferem a mostra intinerante com a retrospectiva da 5ª edição do festival Vale Curtas. O Vale Curtas é realizado pela Associação Raízes com a produção executiva da Alegria Alegria Produções. Nesta 5ª edição contou com apoio da TV Grande Rio, Restaurante Flor de Mandacaru, Centro Educacional Vivência, Audisom, Univasf, TV São Francisco e Prefeitura de Petrolina. |
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